<p>Após receber imagens com falas polêmicas de alguns participantes do BBB19, investigados por injuria racial e intolerância religiosa, o delegado da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do Rio de Janeiro, Gilbert Stivanello, considera entrar na casa para interrogatório, segundo o jornal Extra.</p>
<p>“Após ver as imagens com cuidado, se eu tiver alguma dúvida se uma determinada fala foi proferida em tom de opinião ou sarcasmo, posso solicitar o interrogatório. Uma coisa é falar que tem medo de determinada religião, que é uma opinião pessoal, outra é ironizar”, alegou o delegado ao jornal.</p>
<p>No início dessa semana, o brother Maycon foi acusado de intolerância religiosa após dizer que sentia medo de Rodrigo e Gabriela, e acusá-los de fazer &#8220;macumba&#8221; contra ele e Isabella.</p>
<p>A TV Globo enviou os vídeos solicitados para serem analisados pela polícia, como confirmou o apresentador do programa, Tiago Leifert, na tarde de quinta-feira (14/2). Veja o anúncio:</p>
<p>Confira o pronunciamento do programa:</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt">
<p dir="ltr" lang="pt"><a href="https://twitter.com/hashtag/BBB19?src=hash&;ref_src=twsrc%5Etfw">#BBB19</a>: vídeos contendo falas consideradas ofensivas foram enviadas às autoridades e estão em avaliação. Confira o comunicado completo. <a href="https://twitter.com/hashtag/RedeBBB?src=hash&;ref_src=twsrc%5Etfw">#RedeBBB</a> <a href="https://t.co/fm1a9Ke3Op">pic.twitter.com/fm1a9Ke3Op</a></p>
<p>— Big Brother Brasil (@bbb) <a href="https://twitter.com/bbb/status/1096212837397983234?ref_src=twsrc%5Etfw">15 de fevereiro de 2019</a></p></blockquote>
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“O programa ainda vai demorar a terminar, e a delegacia não pode ficar dois meses parada em função da programação. Se a emissora puder nos receber, ótimo. Do contrário, a pessoa tem que atender a Justiça e isso poderia provocar a expulsão”, explica Gilbert Stivanello, que não informou o nome dos investigados.</p>
<p>A investigação começou depois de Paula e Maycon criticarem religiões de matriz africana, que Gabriela e Rodrigo se identificam. O vereador e ex-secretário estadual de Direitos Humanos, Átila Alexandre Nunes (MDB), reforçou à delegacia a necessidade de inquérito para investigar o caso.</p>
<p>“Se a Decradi não tomar providências, vamos fazer uma representação ao Ministério Público”, garantiu o ex-secretário.</p>
<p>Fonte: Metropoles<br />
Capa: Reprodução globo</p>

